Conversando com minha irmã Luzilma, ela me falou que, certo dia, orou a Deus e pediu que Ele a ajudasse pagar a fatura do cartão de crédito. Por isso, resolveu trabalhar dobrado no final de semana.
Acontece que, quando caminhava na rua com destino ao seu local de trabalho, ela encontrou um boné dentro do qual havia uma carteira com uma boa quantia de dinheiro e um celular.
Naquele momento, ficou tentada a usar o dinheiro para quitar seu cartão – pensou que fosse um sinal de que Deus atendera a oração dela. Contudo, ela resistiu à tentação e guardou os objetos.
Horas depois, uma mulher ligou para o celular encontrado. Minha irmã atendeu. Era a esposa do dono dos objetos. Acertaram a devolução, e o dono acabou lhe presenteou com todo o dinheiro que havia na carteira.
Meses depois, ela reencontrou aquele homem na rua. Ele era proprietário de uma empresa. Minha irmã estava desempregada. Ele a contratou. Foi uma benção.
Quando ela me contou essa história, eu adverti que, às vezes, o “pai da mentira” tenta nos confundir com falsos sinais que parecem ser de Deus, mas não o é.
Penso – mas posso estar errado – que, se for um sinal que nos leve à desonestidade ou a fazer coisas erradas, certamente que não é de Deus.
